sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Vacina contra a gripe sazonal aumenta risco de contrair gripe suína, a vitamina D pode ajudar a combater o vírus


A vacina contra a gripe sazonal convencional pode aumentar o risco de infecção com a gripe suína, de acordo com pesquisadores canadenses.

Quatro estudos sugerem a mesma coisa. Em um estudo, os pesquisadores analisaram dados de um sistema de vigilância sentinela permanente para comparar as pessoas que receberam a vacina contra gripe sazonal com aquelas que não em relação ao risco de contrair o vírus H1N1 da gripe suína em 2009 e descobriram que a vacina da gripe sazonal aumentou em 68 por cento o risco de ser infectado com gripe suína.

Outros três estudos descobriram que a vacinação contra a gripe sazonal está ligada a um risco de 1,4 a 5,0 vezes maior de ter gripe suína.

Danuta Skowronski e seus colegas do British Columbia Center for Disease Control, em Vancouver, publicaram seus estudos em 6 de abril de 2010 no jornal online PLoS Medicine, não puderam confirmar a relação causal entre o uso da vacina da gripe sazonal e risco da gripe suína.

A Food and Drug Administration aprovou a vacina para a gripe sazonal de 2010 e esta irá conter o vírus destinado a proteger contra a gripe suína.

A taxa de vacinação de vacina contra a gripe suína ficou abaixo de 50 milhões de pessoas nos Estados Unidos em 2009, segundo relatórios de mídia.

Para aqueles que suspeitam que estas vacinas podem não ser tão eficazes, então não hesitem em tomar alguns suplementos de vitamina D. Estudos têm demonstrado que doses elevadas de vitamina D pode ser comparável à vacina da gripe, se não melhor, na prevenção da gripe.

Fontes:
Tribunal Médica (Portugal) : VACINADOS CONTRA GRIPE SAZONAL MAIS EXPOSTOS AO H1N1
Food Consumer: easonal flu vaccine raises swine flu risk, vitamin D can help fight the virus
PLoS Medicine: Association between the 2008–09 Seasonal Influenza Vaccine and Pandemic H1N1 Illness during Spring–Summer 2009: Four Observational Studies from Canada

A conspiração do silêncio sobre o uso da Vitamina D contra a gripe suína


Está estampado na capa do jornal USA Today, logo abaixo de um sub-título que declara que Michael Jackson foi realmente morto por uma over-dose de drogas: "Gripe pode infectar metade dos EUA". O artigo continua, descrevendo o número de mortes esperado nos EUA, de 30.000 a 90.000, e as açoes que estão sendo tomadas pelo governo para proteger os americanos da pandemia de gripe suína que está para chegar.

As sugestões soam como uma história em quadrinhos para jardim de infância: lave suas mãos, cobre sua boca se você tossir, e deixe os "adultos" tomarem conta do resto injetando a vacina em você. Curiosamente, está ausente da lista de recomendações para conter a gripe suína que estão sendo distribuídos pela Casa Branca, OMS, CDC e até mesmo o FDA (insira aqui os órgãos (ir)responsáveis do Brasil) qualquer menção de vitamina D ou outros remédios naturais que oferecem enorme proteção contra as infecções de gripe.

A ausência desta informação de virtualmente todas as recomendação sendo distribuídas pelo governo americano (e também o brasileiro) é altamente suspeita. Se uma pandemia de gripe está, de fato, ameaçando infectar metade da população americana, e se a maioria da população é deficiente em um nutriente conhecido por evitar infecções da gripe, não faria muito sentido fazer alguns anúncios encorajando os americanos a aumentar seus níveis de vitamina D ao longo do inverno?



É um fato médico bem conhecido, claro, que a gripe sempre fica pior durante o inverno. Isto é porque como se tem menos horas de exposição ao sol no inverno, as pessoas se tornam deficientes em vitamina D e sao mais suscetíveis a todos os tipo de infecçoes de gripe.

Informações científicas dando embasamento para esta idéia sao fáceis de se achar. Procurando-se no google scholar, por exemplo, que concentra milhares de trabalhos científicos "peer-reviewed" (revisados por outros cientistas), a pesquisa por influenza and Vitamin D, ou gripe e vitamina D, retorna dezenas de milhares de resultados. Em particular, um estudo nesta lista é entitulado "Gripe Epidemica e Vitamina D". Este artigo foi publicado em 2006 no jornal "Epidemiologia e Infecção" (2006, 134:6:1129-1140 Cambridge University Press) e seus resumo diz o seguinte:

Em 1981, R. Edgar Hope-Simpson propos que um "estímulo sazonal", intimamente associado a radiação solar explicaria notável sazonalidade da epidemia de gripe. A radiação solar provoca forte produção sazonal da vitamina D na pele; deficiência de vitamina D é comum no inverno, e vitamina D ativada, 1,25 (OH) 2D, um hormônio esteróide, tem efeitos profundos sobre a imunidade humana. A 1,25 (OH) 2D funciona como um modulador do sistema imunológico, impedindo a expressão excessiva de citocinas inflamatórias e aumentar o potencial de "estresse oxidativo" dos macrófagos. Talvez ainda mais importante, que a vitamina D estimula dramaticamente a expressão de potentes peptídeos anti-microbiais, os quais existem em neutrófilos, monócitos, células exterminadoras naturais (ou células NK), e em células epiteliais do trato respiratório, onde desempenham um papel importante na proteção do pulmão contra a infecção. Voluntários inoculados com vírus vivo atenuado da gripe são mais propensos a desenvolver febre e evidência sorológica de uma resposta imune no inverno. A deficiência de vitamina D predispõe crianças a infecções respiratórias. A radiação ultravioleta (ou a partir de fontes de luz solar ou artificial) reduz a incidência de infecções respiratórias virais, assim como o óleo de fígado de bacalhau (que contém vitamina D). Um estudo de intervençional mostrou que a vitamina D reduz a incidência de infecções respiratórias em crianças. Nós concluímos que a vitamina D, ou a falta dela, pode ser estímulo sazonal que Hope-Simpson se referia em 1981.

Nota: Veja abaixo outros artigos com dicas de medicamentos naturais para ajudar a prevenir.

Fontes:

Gisele Bundchen Irrita Especialistas em Câncer ao 

Dizer que as Pessoas Não Devem Usar Protetor Solar



gisele bundchen e filho  na praia

Tenha cuidado quando você discutir o perigo envolvido com filtros solares. A super-modelo brasileira Gisele Bundchen tem "indignado especialistas em câncer", descrevendo protetores solar como "veneno".

Bündchen se recusa a usá-lo sem si mesma ou em sua família por causa dos produtos químicos que contêm. Segundo o Daily Mail:

"[Gisele] fez os comentários no lançamento de sua própria linha orgânica de produtos para cuidados da pele, o que presumivelmente não incluem as loções para cuidados com o sol."

Bundchen, aliás, é atualmente o maior supermodelo pago do mundo.
Ela também disse que deveria existir uma lei que proibisse mães saudáveis darem fórmula infantil para bebês, que são cheios de açúcar, e muitas vezes soja.

Pesquisadores do EWG-Environmental Working Group (Grupo de Trabalho Ambiental), uma organização sem fins lucrativos com sede em Washington, divulgou seu relatório anual alegando que quase metade dos 500 produtos mais populares de proteção solar pode aumentar a velocidade com que as células malignas se desenvolvem e disseminar o câncer de pele porque contém vitamina A e seus derivados, retinol e palmitato de retinila.

Além disso, o FDA sabia sobre os perigos da vitamina A em protetores solares desde que encomendou um estudo 10 anos atrás, mas nada tem feito para alertar o público sobre 
os perigos.

"O palmitato Retinyl foi selecionado pelo Centro para Segurança Alimentar e Nutrição Aplicada do FDA para testes de toxicidade e ensaios de fotocarcinogenicidade por causa do uso cada vez mais generalizado deste composto em produtos de varejo para uso na pele exposta ao sol", disse no relatório do Programa Nacional de Toxicologia em outubro de 2000.

De acordo com notícia da AOL, outros problemas com filtros solares incluem:

- O uso do químico Oxibenzona, um desregulador hormonal, que penetra na pele e entra na corrente sanguínea.
- Exageradas declarações sobre desempenho.
- A falta de regulamentação e supervisão necessárias pelo FDA.

----------------------------------------------------------------

Parabéns para a Gisele, que não se rende ao apelo dos chamados "especialistas". Já havia escrito  algum tempo atrás em nosso fórum de discussões, quando ela exaltou os benefícios da Vitamina D.

Fontes:
Daily Mail: It's poison: Gisele Bundchen angers cancer experts by saying people shouldn't wear sun lotion
AOL News: Study: Many Sunscreens May Be Accelerating Cancer
Grupo de Trabalho do Meio-Ambiente-EWG: Guia do Protetor Solar de 2010
Relatório do FDA de out/2000: All-Trans-Retinyl Palmitate[CASRN 79-81-2]

A Prescrição diária de 10.000 UIs de Vitamina D Representaria para a Indústria Farmacêutica uma Perda de 40% de uma Receita de Trilhões de Dólares


Nunca levamos a sério o termo “vitaminada”, usado durante muito tempo para definir uma pessoa forte, atraente, saudável. Pois deveríamos levar, principalmente se o sujeito em questão for alguém em dia com a vitamina D, uma substância que controla 229 genes de todas as células humanas.   Mas o valor desse hormônio,  considerado  hoje em dia um dos mais importantes  para a saúde humana, só foi descoberto em 2010. Sem vitamina D, a pessoa está sujeita a desenvolver uma lista enorme de doenças neurodegenerativas e autoimunitárias, como Parkinson, Alzheimer, esclerose múltipla, lupus, miastenia gravis, artrite reumatoide, psoríase e diabetes do tipo 1. 

O neurologista Cícero Galli Coimbra, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), remete às 32 mil publicações que relacionam a deficiência de vitamina D ao alto risco de câncer; das mais de 20 mil que associam o nível baixo ao diabetes; e das 17 mil que associam o mesmo déficit à hipertensão. “Mulheres com baixos níveis de vitamina D dificilmente engravidam, e quando engravidam, abortam no primeiro trimestre da gestação. Caso levem a gestação adiante, o bebê pode nascer com malformações congênitas.”

Produzido há pelo menos 750 milhões de anos, esse hormônio pode ser sintetizado não só pelos seres humanos, mas também por diversos organismos, inclusive os do fitoplâncton e zooplâncton, e outros animais que se expõem à luz. A vitamina D é mensurada em International Units (IU), o que corresponde na língua portuguesa a Unidades Internacionais. A exposição ao sol de partes do corpo, como braços e pernas, por 20 minutos, garante a produção de aproximadamente 10 mil UI. É quase impossível obter a mesma    quantidade por meio da alimentação, pois a produção de 10 mil UI exigiria cerca de  100 copos de leite por dia.

Segundo Coimbra, a vitamina D não pode ser considerada pelo fator nutricional porque a ciência tem demonstrado que a pele humana, exposta ao sol, se transforma em uma glândula endócrina, produtora do hormônio. A ideia de desenvolver um quadro de hipervitaminose ou envenenamento por vitamina D, que pode desencadear sintomas tóxicos, é pouco provável. Conforme o neurologista, existe desinformação generalizada não só entre a população geral, mas também na classe médica.

Confinamento

Durante centenas de milhares de anos, o homem tem vivido com o sol; nossos ancestrais viveram mais frequentemente ao ar livre do que em ambientes fechados. Desenvolvemos dependência pela luz do sol para a saúde e a vida, de modo que a ideia de que a luz solar é perigosa não faz sentido.  Como poderíamos ter evoluído e sobrevivido como espécie, se fôssemos tão vulneráveis a algo a que o ser humano tem sido exposto constantemente ao longo de toda a sua existência?”, indaga Frank Lipman, clínico geral e especialista reconhecido internacionalmente nos campos da Medicina Integrativa e Funcional.

Na mesma linha, Coimbra aponta o estilo de vida contemporâneo como o principal vilão da deficiência de vitamina D no organismo. Na sua opinião, as pessoas passam a frequentar os shopping centers em vez de ir aos parques. Saem de seus apartamentos, tomam o elevador que já dá acesso à garagem, entram em seus automóveis e chegam ao seu destino. Outra vez, garagem, elevador, local de trabalho. Ele diz que isso nunca  aconteceu na história da humanidade. Hoje, uma pessoa é capaz de passar um ano inteiro de sua vida, sem expor uma nesga de sua pele ao sol. Vive de um ambiente confinado para outro.

Nesse ritmo, no período do inverno, 77% da população paulistana está com nível baixo de vitamina D, o que melhora no verão, quando o índice cai para 39%. Enquanto isso, na Europa, a cada ano há 6% a mais de crianças com diabetes infanto-juvenil. Seduzidas pelas diversões eletrônicas, elas abandonam cada vez mais as atividades ao ar livre. “Os pais ficam satisfeitos porque elas estão longe da violência urbana, mas não percebem  que os filhos estão se transformando em diabéticos pelo resto da vida”, reforça o neurologista.

Em contrapartida, as pessoas idosas também fazem parte de um dos grupos mais suscetíveis à deficiência desse hormônio. Por exemplo, a  aposentadoria reduz suas saídas à rua, isso resulta em uma menor exposição solar. A pele dos idosos tem apenas 25% da capacidade de produzir vitamina D em relação a uma pessoa jovem de 20 anos. Ou seja, eles precisam de quatro vezes mais de exposição solar para produzir a mesma  quantidade de vitamina D, conforme Coimbra.

Outro agravante, as pessoas bloqueiam a radiação ultravioleta B, que auxilia na produção da “vitamina”, quando se lambuzam com protetores solares. Para se ter ideia, o fator de proteção solar número 8 diminui em 90% a produção de vitamina D. Já o fator 15 diminui em 99%, ou seja, praticamente zera a produção de vitamina D.

Horário ideal

No reino animal, lagartos adoram tomar sol. E por uma razão muito simples, eles não são capazes de aquecer seus corpos sozinhos, sem a ajuda do ambiente externo. Enquanto isso, os seres humanos, para manter a temperatura ou para se aquecer, necessitam de agasalhos. A conclusão é: o mesmo Sol que aquece esses animais nos ajuda a produzir a vitamina D. Portanto, se ele nos traz esse benefício, não há motivo para temer os raios solares!

Segundo o neurologista, o horário ideal para tomar sol, o momento em que a radiação ultravioleta é mais positiva para produzir vitamina D, é aquele quando a sombra tem a mesma extensão que a estatura da pessoa. Atualmente, isso ocorre pela manhã entre 8h30 e 9 horas. O ideal é aguardar meia hora para passar o protetor solar, porque após esse tempo, com ou sem protetor, a criança e o adulto não vão mais produzir vitamina D.

O mesmo vale para quem optar pela exposição vespertina. No final da tarde, quando a sombra tiver a mesma extensão da estatura da pessoa, os raios solares voltam a ter a mesma qualidade benéfica para produzir vitamina D. “Ao meio-dia, o sol está a pino e a sombra não existe. O indivíduo não produz vitamina D, só câncer de pele”, alerta Coimbra.

Influência

Nos dias atuais, a Internet é um campo fértil para se manter informado sobre este assunto, embora não esteja à disposição de todos. Há centenas de artigos a respeito, mas, infelizmente, muitos deles estão disponíveis somente em inglês. É o caso do texto do neuropsiquiatra John Cannell (http://goo.gl/LlQOK). Ele acusa pesquisadores da indústria farmacêutica norte-americana de estarem tentando alterar a molécula da vitamina D, para transformá-la em uma substância  patenteável, ou seja, em remédio. A influência deles é tamanha, a ponto de se manterem unidos em comitês que “aconselham” o governo dos Estados Unidos a estabelecer a dose recomendável, entre 200 e no máximo 400 unidades por dia, bem aquém do necessário.

Além de prescrever doses mínimas, a maioria dos médicos sequer solicita dosagem da vitamina D no sangue. Coimbra ressalta que muitos  especialistas, que acompanham pacientes com osteoporose e recomendam essa quantidade de suplementação, ficariam surpresos ao constatar o quão baixo é o nível dessa substância no sangue.

Cannell denuncia exatamente isso. “Só deixando a pele dos braços e das pernas expostas, uma pessoa de pele clara e jovem produz 10 mil unidades de vitamina D. Essa quantidade é 50 vezes maior do que aquela colocada à disposição do público como suplemento de vitamina D, com o título da dose recomendada. Caso fosse prescrito metade disso (5 mil) para toda a população adulta, haveria redução em 40% da ocorrência de novos casos de câncer. Isso representaria para a indústria farmacêutica uma perda de 40% de uma receita de trilhões de dólares”, completa.

Discuta o assunto no Fórum Anti-Nova Ordem Mundial.

Fontes:
Revista Kalunga: Doses diárias de Sol
Natural News: Betrayal of a Nation: Why U.S. health authorities are keeping you vitamin D deficient and who stands to gain


Estudo comprova que quase todos os bebês precisam de complementação de Vitamina D



Quase nenhuma criança com idade inferior a um 1 ano tem vitamina D o suficiente em suas dietas para atender as novas orientações, de acordo com um estudo conduzido por pesquisadores do CDC americano e publicado no periódico Pediatrics.

Os pesquisadores utilizaram um levantamento sobre alimentação infantil a nível nacional nos EUA realizado entre 2005 e 2007 para estimar a média diária de vitamina D ingerida pelas crianças americanas. Eles descobriram que apenas 20 a 37 por cento dos lactentes alimentados com leite infantil estavam recebendo a dose diária recomendada de 400 UI de vitamina D através da sua dieta. Entre as crianças amamentadas, o número foi ainda menor - de 5 a 13 por cento.

O leite materno é pobre em vitamina D, talvez porque os bebês humanos tipicamente gastaram grandes quantias de tempo ao ar livre durante a nossa história evolutiva. A vitamina D é produzida pela pele após a exposição aos raios UVB do sol, e é quase impossível para crianças ou adultos absorver quantidade necessária de vitamina D apenas através da dieta. Uma criança teria de beber um litro de leite infantil por dia, por exemplo, para atingir as recomendações de ingestão de vitamina D.

No entanto, o medo do câncer de pele levou a Academia Americana de Pediatria a recomendar para que as crianças não tenham contato direto com o sol nos primeiros seis meses de vida, e que só sejam permitidas serem expostas ao sol usando filtro solar ou roupas de proteção após os 6 meses - o que torna impossível a síntese de vitamina D. A única maneira de conciliar as recomendações do sol e as recomendações de vitamina D é, portanto, sugerir suplementos de vitamina D para quase todas as crianças.

"Crianças amamentadas definitivamente precisam de suplemento à vitamina D, e a maioria dos bebés alimentados com leite artificial provavelmente precisam também de suplementação para obter 400 UI (unidades internacionais) por dia," disse o pesquisador Cria G. Perrine.

Alguns médicos começaram a questionar a recomendação de manter todas as crianças fora do sol, mas Perrine diz que as orientações não devem ser alteradas em um futuro próximo.

Mais curiosamente, um relatório da OMS de 2001 afirma que o leite infantil artificial preparado de acordo com o padrão do Codex Alimentarius é nutricionalmente adequado e seguro como alimento complementar e um adequado substituto do leite materno. Novamente o Codex Alimentarius garantindo que tenhamos uma alimentação o mais artificial possível.

--------------------------------------------

Em um outro artigo no Terra mostra a ligação entre a falta de vitamina D em recêm-nascidos e a esquizofrenia, que já havíamos citado neste blog anteriormente.

Pouca vitamina D em recém-nascidos pode aumentar risco de esquizofrenia

A esquizofrenia é uma doença sem cura marcada por alucinações, alterações na afetividade e problemas nas atividades sociais. E, de acordo com cientistas do Instituto do Cérebro da Universidade de Queensland, na Austrália, o baixo nível de vitamina D em recém-nascidos aumenta a chance de desenvolvê-la anos depois.

A equipe contou com amostras de sangue de bebês da Dinamarca. Então, comparou a concentração da substância dos que posteriormente manifestaram a psicose com as dos que não a apresentaram (grupo controle). Assim, chegou à conclusão de que aqueles com taxas menores tiveram risco dobrado de ter o transtorno.

O pesquisador Darryl Eyles disse ao jornal Daily Mail que a vitamina D é necessária para o crescimento celular e a comunicação de todos os órgãos do corpo. Por isso, não seria nenhuma surpresa constatar que sua falta causa efeitos no cérebro. A publicação Archives of General Psychiatry divulgou as considerações.

---------------------------

A verdade sobre a vitamina D não cala, e fica cada vez mais difícil para a indústria farmacêutica negar os seus benefícios.

Fontes:
USA Weekend: Most babies need a vitamin D supplement
Estudo Pediatrics: Adherence to Vitamin D Recommendations Among US Infants
Terra: Pouca vitamina D em recém-nascidos pode aumentar risco de esquizofrenia


Estudo: Câncer de Mama - Vitamina D 

em Combinação Com Exposição ao Sol é 

a Chave para a Prevenção



mulher ao sol


NaturalNews Anos atrás pesquisadores já haviam descoberto uma profunda ligação entre o câncer de mama e os baixos níveis de vitamina D. As mulheres com os níveis mais baixos desta vitamina têm o maior risco de câncer de mama e as que estão morrendo de Metástase são ainda mais deficientes de vitamina D. Os cientistas teorizaram que a vitamina D tem propriedades anti-câncer que influenciam o crescimento celular, diferenciação de células saudáveis e a morte celular programada (apoptose).

No entanto, quando os investigadores observaram somente os níveis de ingestão dietética de vitamina D e o risco de câncer de mama, suas conclusões foram por vezes inconsistentes. Então o que está acontecendo? A vitamina D tem definitivamente o potencial de prevenir doenças malignas da mama ou não? Um extenso e potencialmente revolucionário estudo francês parece ter a resposta: a chave para a prevenção do câncer de mama pode estar em ingerir maiores quantidades de vitamina D por meio de dieta e de suplementos combinados com a exposição regular e direta ao sol.

nova pesquisa, chefiada por Pierre Engel do INSERM (Institut National de la Santé et de la Recherche Medicale), investigou dados combinados de um estudo de uma década envolvendo 67.721 mulheres francesas na pós-menopausa. A análise concluiu com provas inequívocas e surpreendentes que, enquanto a vitamina D desempenha um papel na redução do risco de câncer de mama, a adição de exposição adequada ao sol é o fator que substancialmente reduziu ainda mais o risco.

Os cientistas descobriram que as mulheres que vivem 
em locais mais ensolarados do sul da França, como Provence, tinha apenas cerca de metade do risco de câncer de mama do que mulheres residentes em latitudes menos ensolaradas, tais como Paris. Mesmo as mulheres que tiveram menor ingestão de vitamina D, mas que tiveram bastante exposição ao sol tiveram 32 por cento menos risco de câncer de mama do que suas contrapartes que vivem em latitudes menos ensolaradas da França. Além do mais, as mulheres que consumiram a maior quantidade de vitamina D em via dieta de alimentos e e de suplementos e que tiveram regular e generosa exposição ao sol, tiveram a proteção mais significativa contra o desenvolvimento de câncer de mama.

Em seu estudo, que acaba de ser publicado na revista "Cancer Epidemiology Biomarkers and Prevention", a equipe francesa concluiu que uma quantidade mínima de vitamina D, obtida tanto pelo sol e pela dieta, "...é necessária para prevenir o câncer de mama, e esse limite é particularmente difícil de alcançar em mulheres pós-menopáusicas em latitudes onde a qualidade da luz do sol é insuficiente para a produção de vitamina D ".

Eles também observaram que a ingestão mínima de vitamina D para reduzir o risco de câncer de mama pode variar de acordo com a capacidade individual de cada mulher de metabolizar e sintetizar a vitamina da dieta e da exposição ao sol. Os pesquisadores disseram ainda que a mulher média americana e francesa tem baixos níveis de vitamina D e tende a ter pouca exposição ao sol. Os cientistas recomendaram "... deve haver um incentivo pelas agências de alimentação e de saúde para um aumento geral de vitamina D".

Fontes:
Estudo Jan/2011: Joint Effects of Dietary Vitamin D and Sun Exposure on Breast Cancer Risk: Results from the French E3N Cohort
Estudo Set/2010: Serum 25(OH) vitamin D and risk of breast cancer: a nested case-control study from the French E3N cohort.
Estudo de 2008: Serum 25-hydroxyvitamin D and risk of post-menopausal breast cancer—results of a large case–control study
Natural News: Breast cancer breakthrough: vitamin D in combination with sun exposure is key to prevention


Times Online: Vitamina D é Melhor que 


Vacinas na Prevenção da Gripe



Há algum tempo tenho reportado neste blog os benefícios da vitamina D. A imprensa ignorou durante toda a "pandemia" de gripe suína, mas parece que agora nao conseguiram mais segurar esta informacao.
O jornal Times Online é um dos mais lidos aqui na inglaterra. Cabe ressaltar que a pesquisa não comparou diretamente as vacinas com a vitamina D, apenas os resultados de pesquisas que verificaram o nível de proteção de ambos vitamina D e vacinas.


O risco de crianças sofrerem de gripe pode ser reduzido para metade se tomarem vitamina D, reportaram médicos no Japã. A descoberta tem implicações para as epidemias de gripe já que a vitamina D, que é produzida naturalmente pelo corpo humano quando exposto à luz solar direta, não tem efeitos colaterais significativos, custa pouco e pode ser várias vezes mais eficaz do que drogas anti-virais e vacinas.

Apenas um em cada dez crianças, com idades entre seis e 15 anos, que tomaram a vitamina D em um ensaio clínico ficou doente com gripe comparado com uma em cada cinco as quais foram dadas um comprimido de placebo. Mitsuyoshi Urashima, o médico japonês que conduziu a pesquisa, disse ao jornal britanico "The Times" que a vitamina D foi mais eficaz do que as vacinas na prevenção da gripe.

As crianças receberam uma dose diária de 1200 UI (unidades internacionais) de vitamina D durante um período de três meses. No primeiro mês as crianças do grupo tomando a vitamina adoeceu tão frequentemente como aqueles que tomam o comprimido de placebo. Mas, pelo segundo mês, quando o nível de vitamina A no sangue das crianças aumentou, a vantagem da vitamina era clara.

Os cientistas japoneses, escrevendo no American Journal of Clinical Nutrition, disseram que a droga anti-viral zanamivir e oseltamivir reduzem o risco de infecção da gripe em 8 por cento nas crianças que tenham sido expostos à infecção, em comparação com um 50 por cento ou mais com vitamina D.

Anti-virais também são muito caros e, possivelmente, muito tóxicos, para serem dada à população como um todo enquanto que a vitamina D tem benefícios adicionais. A vitamina D não só previne fraturas ósseas, mas também se acredita que reduza os riscos de câncer, doenças cardíacas, diabetes e outras doenças, incluindo causadas por várias bactérias, bem como infecções virais.

O achado japonês apoia a teoria de que baixos níveis de sangue da vitamina D durante o inverno explica o porque que o pico das epidemias de gripe, geralmente sao entre dezembro e março (inverno no hemisfério norte).

A vitamina D ativa o sistema imunológico inato, permitindo que o organismo produza diversas proteínas, tais como defensin e cathelicidin que desencadeiam a atividade das células e desabilitam os vírus.


Fontes:
The American Jornal of Clinical Nutrition: Randomized trial of vitamin D supplementation to prevent seasonal influenza A in schoolchildren 
Times Online: Vitamin D better than vaccines at preventing flu, report claims

Baixos Níveis de Vitamina D está Ligado

com a Proliferação do H1N1


De acordo com um estudo recente, 77 por cento de todos os americanos podem ter deficiência de uma vitamina essencial para a saúde óssea e que poderia impedir a o vírus H1N1 da gripe suína e da gripe sazonal, asma, eczema de inverno, infecções respiratórias e poderiam ajudar prevenir o câncer, doenças auto-imunes como a esclerose múltipla, diabetes tipo 1, certas doenças infecciosas, infartos do miocárdio e muitas outras doenças graves.

Quando subgrupos da população são consideradas, dependendo de qual das muitas definições razoáveis de deficiência são aceitas, o quadro é ainda mais ameaçador. Por exemplo, um novo e importante estudo do Hospital Infantil de Boston descobriu que cerca de 80 por cento das crianças hispânicas e 92 por cento das crianças negras podem ser deficientes dessa vitamina.

Estamos falando de vitamina D, também chamada de vitamina do sol e muitas vezes considerado o nutriente do ano, se não o da década. Seu impacto na saúde humana pode ser visto pelo que acontece quando alguém é deficiente na vitamina D. Eles correm o risco do que é chamado de raquitismo nas crianças e osteomalácia em adultos.

Na sua forma mais extrema, os ossos amolecem e quase derretem, tornando-os tão frágeis que o simples ato de subir escadas pode causar a fratura de ossos e leves movimentos podem causar dores excruciantes. Na sua forma mais grave, um exame de sangue para a vitamina D pode mostrar nível zero. Dr. Fred Kaplan, um eminente cirurgião ortopédico no Hospital da Universidade da Pensilvânia, cujo paciente teve nível zero de vitamina D, disse que isso é raro, mesmo em países do Terceiro Mundo.

Porque, na terra da abundância e, agora, também na terra do excesso de consumo, sobre-peso e obesidade, pode haver uma epidemia de deficiência de vitamina D ou de qualquer outro nutriente? Os motivos podem não ser totalmente compreendidos, mas o quadro ainda é claro: há tempos, obtivemos a maioria de nossa vitamina D do sol. Os raios ultravioleta B atingem a pele e provocam a formação de vitamina D. Mas, em uma época de protetores solares e do medo do câncer de pele, tendemos a ficar longe do sol ou usar excessivamente protetores solares para nos proteger dos seus raios , incluindo os raios ultravioleta B.

Em alguns locais, mesmo se você ficasse no sol o dia todo, você não iria obter quantidade suficiente de vitamina D. Por exemplo, no norte da Filadélfia, entre novembro e março (inverno no hemisfério norte), os raios solares não são fortes o suficiente para precipitar a formação de vitamina D. Além disto, durante a manhã e tarde, os raios do sol não são fortes o suficiente para gerar vitamina D. Isso é uma grande parte do quadro, pois as autoridades acreditam que a exposição ao sol é o principal determinante da vitamina D nos seres humanos. Isso nos leva à próxima fonte de vitamina D - a nossa comida. Alguns produtos lácteos, como leite, são fortificados com vitamina D, mas tendemos a evitar os produtos lácteos devido ao seu teor de colesterol e gordura saturada. Outras fontes são os peixes gordos, como salmão, atum, cavala e arenque. Ainda outras fontes são cereais e outros alimentos, como suco de laranja, muitas vezes enriquecidos com vitamina D e cálcio. Mas, a maioria das pessoas não comem o suficiente destes alimentos para obter quantidade suficiente de vitamina D. Então, isto nos deixa com suplementos multi-vitamínicos contendo vitamina D, combinação de pílulas de vitamina D e cálcio, ou ainda vitamina D sozinha.

Pode haver uma outra razão para a epidemia de falta de vitamina D- a epidemia do sobrepeso e obesidade, que impede o processamento da vitamina D de forma eficiente e, conseqüentemente, com mais probabilidade de ser deficiente a vitamina D. Uma razão final para a identificação da epidemia é de melhores métodos de testes para a vitamina D. Existe agora um simples exame de sangue usado para determinar a quantidade de vitamina D em um indivíduo.
Ainda uma outra razão para a epidemia D é o envelhecimento da população, já que pessoas mais velhas - até mesmo as de meia idade - são mais propensas a ter deficiência de vitamina D.

Existem outros fatores de risco para deficiência da vitamina D, mas eles provavelmente não desempenham um grande papel no crescente número de pessoas com essa deficiência. A revista "Consumer Reports" catalogou os seguintes fatores de risco: "Ser de pele escura, de meia-idade, ou acima do peso, ter uma histórico de Gastroplastia ou de uma condição que interfere com a capacidade de absorver os nutrientes dos alimentos, tais como a doença celíaca, ter um história de doença renal ou hepática, esclerose múltipla, osteoporose ou problemas da tiróide; estar tomando medicamentos que reduzem os níveis sanguíneos de vitamina D, tais como cholestyralmine (Questran e genérico), colestripel (Colestid e genérico), determinados anticonvulsivantes, ou orlistat (Alli, Xenical) "(Consumer Reports on Health, Nov. 2009).

Esta epidemia de deficiência de vitamina D veio a foco com a publicação de um importante estudo conduzido pelo Dr. Jonathan Mansbach no Hospital da Criança em Boston. O estudo aparece na edição de novembro da revista Pediatrics. O estudo analisou os níveis de vitamina D de 5.000 crianças e, extrapolando para toda a população americana de crianças, constatou que milhões estavam recebendo o que o estudo chama de nível sub-ótimo de vitamina D. Como mencionado acima, dependendo da definição de deficiência ou os níveis de qualidade inferior, o estudo descobriu que 80 por cento dos hispânicos e 92 por cento das crianças negras estavam com níveis abaixo do ideal. Outros têm documentado a deficiência generalizada de vitamina D em crianças. Por exemplo, o Dra. Babette Zemel, uma especialista em vitamina D do Hospital Infantil da Filadélfia (CHOP), no qual que é diretora do Laboratório de Nutrição e Crescimento desse hospital e professora adjunta de Pediatria da Faculdade de Medicina de Penn, descobriu em um estudo publicado em 2007 que 55 por cento das crianças estudadas tinham insuficiência de vitamina D.

O estudo de Mansbach mostra que estamos longe de conhecer tudo o que deve sobre como trazer as crianças e adultos a níveis ótimos da vitamina D, como evitar as consequências negativas a longo prazo e exatamente qual o nível ótimo de vitamina D.

O estudo recomenda, tendo em conta as suas conclusões, que as crianças tomem suplementos de vitamina D por causa dos benefícios óbvios para a saúde. O estudo não faz recomendações específicas, mas a Academia Americana de Pediatria recomenda que crianças com exposição solar inadequada obtenham uma ingestão diária de pelo menos 400 unidades internacionais de vitamina D - a vitamina D3 é mais recomendado agora por ser é melhor absorvida do que D2. As recomendações para adultos, de acordo com um relatório do Médico de Família Americana (www.medscape.com) são as seguintes:

• Em adultos mais velhos, a suplementação de vitamina D de 700 a 800 UI por dia está associado a um menor risco de quedas e fraturas ....
• Para prevenir a deficiência de vitamina D, os adultos com a exposição solar inadequada deve ter uma ingestão de vitamina D de 400 a 600 UI por dia.
• Adultos com deficiência de vitamina D, exceto para aqueles com síndromes de má absorção, deve receber doses de manutenção de 800 a 1.000 UI de vitamina D por dia.

Dra. Zemel recomenda que a maioria dos adultos tomem suplementação de vitamina D entre 1.000 e 2.000 UI, que parece fazer mais sentido, tendo em conta várias fontes. Claro que você pode querer perguntar ao seu médico na próxima visita. Ela disse que há alguma variabilidade na resposta à vitamina D, de forma que alguns podem chegar a níveis ótimos com 1.000 UI, enquanto outros podem exigir mais. Nos casos de deficiência grave, a suplementação mais agressiva pode ser necessária com 500.000 UI através de injeção.

O relatório Medscape observa ainda que as quantidades excessivas de vitamina D podem ser tóxicas. Ele afirma: "Como a vitamina D é solúvel em gordura e pode ser armazenado em gordura, existem preocupações sobre a toxicidade da suplementação excessiva. Sinais e sintomas de toxicidade da vitamina D podem incluir cefaléia, gosto metálico, nefrocalcinose ou calcinose vascular, pancreatite, náusea e vômito. "Há um estudo que indica a toxicidade seja atingida a 10.000 UI diarias. Dr. Zemel disse que a toxicidade da vitamina D é extremamente rara.

Você pode ter certeza que novos e extensivos estudos sobre a vitamina D continuarão a responder muitas perguntas. Dr. Mansbach diz, "Nós precisamos de realizar estudos randomizados controlados para compreender se a vitamina D realmente traz amplas melhoras para a saúde. Atualmente, no entanto, há uma série de estudos demonstrando associação entre níveis baixos de vitamina D e saúde. Portanto, acreditamos que muitas crianças americanas provavelmente se beneficiariam com mais vitamina D."

Embora as evidências não sejam claras sobre como prevenir a gripe H1N1, as sugestões de prevenção incluem a tomar suplementos de vitamina D, especialmente no inverno. Em um relatório na Examiner.com, cinco passos simples são recomendados para evitar H1N1:

• Obter quantidade suficiente de vitamina D.
• Uso adequado de higiene - por exemplo, lavar as mãos freqüentemente, tosse em seu cotovelo, em vez de suas mãos e evitar contato com superfícies públicas com as mãos sempre que possível.
• Adequadamente lavar o nariz e garganta.
• Dormir o suficiente.
• Consumir alho em abundância e outras ervas antivirais.

Dr. Zemel acredita que é muito cedo para fazer conclusões sobre a conexão da vitamina D e do H1N1. Dr. Charlene Compher, um especialista em alimentação e saúde de Penn, concorda que é demasiado cedo para tirar conclusões sobre o H1N1. Mas o Dr. Zemel e outros observam que a vitamina D reforça a resposta imunológica e, portanto, pode ser útil na prevenção do H1N1.

Dr. James E. Dowd, um professor de medicina na Universidade Estadual de Michigan e Diane Stafford afirmaram, em seu livro "Vitamina D: A Cura", sobre conexão entre a gripe e a vitamina D, que "mais infecções respiratórias durante o inverno são provavelmente diretamente relacionadas à baixa produção de vitamina D." Eles observam que vários fatores contribuem para o cenário de infecção no inverno. No inverno, não há muitos raios ultravioleta B, que inativam muitos vírus. Com menos ultravioleta B, os seres humanos produzem menos vitamina D. Finalmente, a vitamina D é importante para mobilizar a resposta do sistema imunológico às infecções. Como resultado de tudo isso, as infecções respiratórias no hemisfério norte começam a subir no final de setembro e tem o seu pico em fevereiro. Assim, o conselho final do Dr. Dowd é esquecer a sopa de frango com macarrão e sal demais e frango de menos e ao invés tomem vitamina D . Meu conselho final é conseguir uma sopa de galinha sem muito sal e macarrão e mais frango , e então, tome a sua vitamina D.

Talvez a abordagem mais preventiva foi recentemente recomendada pelo Dr. Sidney Wolfe do Health Research Group. Ele disse para tomarmos a droga mais potente e eficaz - um estilo de vida saudável. Esta é a mesma receita escrita mais de 800 anos pelo eminente médico judeu e filósofo Maimonides, que disse que a maioria de nós morrem como resultado do nosso estilo de vida. Às vezes, a sabedoria antiga é mais poderosa do que a tecnologia moderna.

Há estudos científicos que mostram a conexão entre a falta de vitamina D e a maior predominância da gripe no inverno. Apesar de tantas evidencias, nós não vemos em nenhum veículo de mídia nem vindo de nenhuma "autoridade" de saúde estas informacoes, que poderiam salvar milhares de vidas sacrificadas pelo ganância humana.


Fontes:
PreventDesease.com: Low Vitamin D Levels Linked
To Proliferation of H1N1